MIRASAWÁ

Exposição de Moara Brasil

Curadoria: Juliana Crispe

Na série Mirasawá Moara Brasil nos apresenta a temática feminina indígena a partir de colagens analógicas, digitais e pinturas, voltando-se para distintas culturas. A artista vem produzindo desde 2016 sua série O “Sagrado Feminino” que se transformou em Mirasáwa, que significa povo em nheengatu. A sabedoria feminina é retratada pela artista, trazendo referências de mulheres fortes, curandeiras, benzedeiras, parteiras e indígenas atuantes.

Moara investiga em seus trabalhos sua origem indígena, a ancestralidade, as marcas deixadas pela colonização, e as relações feministas e de empoderamento das mulheres indígenas. A espiritualidade, a filosofia, os rituais e a cosmovisão indígena estão apontadas em suas obras como memória viva que valoriza as culturas ancestrais através da sua produção contemporânea. Segundo a artista “proponho uma ampliação da consciência pelas origens e memórias culturais, discutindo os papéis do passado e do presente em um ambiente urbano em crise de identidade.”

Entre colagem, pintura, muralismo, desenho, instalação, performance, linguagem corporal, fotos; a  artista trabalha com linguagens distintas como expressão, em um hibridismo que corrobora para sua produção.

Reconexão, 2017

Colagem analógica e Pintura.

42 x 59,4cm.

à venda em fine art canson matte  |  Valor: 150,00

Mãe Lua, 2017

Colagem analógica e Pintura.

42 x 59,4cm.

fine art canson matte - à venda  |  Valor: 150,00

Mãe Cy, 2019

Colagem digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

Tuíre Kayapó, 2019

Colagem analógica

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

Kadiweu, 2017

Colagem analógica

42 x 59,4cm.

fine art canson matte - à venda  |  Valor: 150,00

opi Girl, 2019

Colagem digital

42 x 59,4cm

fine art canson matte - à venda  |  Valor: 150,00

Kunhatã, 2017

Colagem analógica e digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte - à venda  |  Valor: 150,00

Nacimento da Vênus, 2017

Colagem analógica

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

Moara de Mairi, autoretrato, 2020

Colagem digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte - à venda  |  Valor: 150,00

 

Arte colab:

 

Moara Tupinambá, Milena Tupinambá, Vandria Borari e Neila Amazônia.

Cosmologia Tupinambá, 2020

Colagem digital

42 x 29,7 cm.

fine art papel rag canson linha infinity - à venda  | valor: 250,00

Disponível: 10 de 20 unidades.

 

Arte colab:

Moara Brasil, Ty Silva e Deusa Sampaio.

Deusa em Mairi, 2020

Colagem digital

42 x 29,7 cm.

fine art papel rag canson linha infinity - à venda  | valor: 250,00

Disponível: 10 de 20 unidades.

Txucarramãe em Mairi, 2020

Colagem digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

Povo Pankararu, 2019

Colagem digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

As mulheres apanhadoras de umbu, 2019

Colagem digital

42 x 59,4cm.

fine art canson matte  |  indisponível

Dançando com Kubenkrankein, 2020

Releitura de José Medeiros, 1957.

Colagem digital.

30 x 30 cm.

fine art canson matte  |  indisponível

As obras que estão à venda estão presentes no site www.moarabrasil.com

Contato: moarabrasil@gmail.com

Sobre a artista:

​Moara Brasil é Tupinambá, artivista visual e curadora autônoma, natural de Mairi do Pará (Belém do Pará). É indígena de retomada e no seu processo artístico trabalha sobre essa re-conexão com a sua identidade originária. Seus ascendentes são nativos tapajowaras (aquele que pertence ao tapajós, que é próprio do lugar, em nheengatu). A origem paterna é da comunidade rural de Cucurunã e a materna da Vila de Boim(Tupinambá, localizada no Rio Tapajós). Atualmente faz parte do coletivo amazônida MAR e da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em São Paulo, é artista multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura, performances. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Atualmente está participando com o "Museu da Silva" na 30 edição do Programa de Exposições  CCSP Mostra de 2020. Participou, com Janaú, da Bienal "Nirin" em Sidney (curador Brook Andrew) com o vídeo da Marcha das Mulheres Indígenas (2019); do Seminário de Histórias Indígenas do MASP (2019); da Exposição “Agosto indígena” (2019) - São Paulo; da Teko Porã, na exp.coletiva “Re-antropofagia” com curadoria de Denilson Baniwa e Pedro Gradella em Niterói - Centro de Artes da UFF (2019). Já foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto II Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo. 

Essa exposição faz parte do evento MULHER ARTISTA RESISTE – 2ª edição

 

MIRASAWÁ
Artista: Moara Brasil

Curadoria: Juliana Crispe

Produção Cultural das exposições em Artes Visuais: Lorena Galery

 

Realização: Espaço Cultural Armazém - Coletivo Elza

Coordenação Geral: Gika Voigt, Juliana Crispe e Virgína Vianna

Organização Coletiva e curadoria compartilhada: Grupo de Trabalho MULHER ARTISTA RESISTE

Apoio: Abrasabarca, Coletivo Compor, Gandaia Films, Mulamba, Potlach Editora e Grupo Articulações Poéticas

Produção: Gika Voigt Produz

Vinheta: Gandaia Films (com música da banda Mulamba)

Equipe técnica: Gika Voigt e Marianella Colucci

Equipe de comunicação: Gika Voigt, Juliana Ben, Juliana Crispe, Lorena Galery, Marianella Colucci  e Virgína Vianna

© 2019 Projeto Armazém. Site produzido por Francine Goudel.